Finalmente, a última
resenha da maratona literária! Deixei O Ladrão de Raios por último,
pois já devo ter dito em algum post anterior que tenho o box
da série Percy Jackson há algum tempo, mas ainda não havia reunido
coragem para ler. Se não fosse pela maratona, talvez demorasse ainda
mais para começar a leitura, por temer um teor infantil demais nos
livros. Acho que, por se tratar de uma série de sucesso e lançada
há mais tempo, pensei que não veria muita graça em ler algo ao
estilo Harry Potter (que cresceu comigo), com personagens mais jovens
e totalmente conhecidos na esfera literária. Bem, eu certamente
poderia ter começado antes. A série conta com 5 livros e foi
publicada pela Intrínseca.
Primeiro volume da
saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre
os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New
York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras
no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se
apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos,
como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles
dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua
identidade. O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem
experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem
saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso:
algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato
precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito.
Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos -
terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam
elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.



