Amo distopias. Talvez
tenha sido por isso que a premissa de Sob o céu do nunca me atraiu
tanto, desde a primeira vez que ouvi/li seu título. Com um título
forte e uma sinopse ainda mais brilhante, só faltava uma capa
perfeita. Se algum desavisado comprou o livro pela capa, parabéns! O
livro vale a pena. Também devo dizer que é a primeira resenha do
blog em parceria com a editora Prumo, abrindo com chave de ouro.
“Desde que fora
forçada a viver entre os Selvagens, Ária sobreviveu a uma
tempestade de Éter, quase teve o pescoço cortado por um canibal, e
viu homens sendo trucidados. Mas o pior ainda estava por vir...
Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que
suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos
são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas
tempestades elétricas certamente o farão. Até mesmo o ar que ela
respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o
Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são
confirmados: ele é um bárbaro violento. É também sua única
chance de continuar viva. Perry é um exímio caçador, em um
território impiedoso, e vê Ária como uma menina mimada e frágil –
tudo o que se poderia esperar de uma Ocupante. Mas ele também
precisa da ajuda dela, somente Ária tem a chave de sua redenção.
Opostos em praticamente tudo, Ária e Perry precisam tolerar a
existência um do outro para alcançar seus objetivos. A aliança
pouco provável entre os dois acabará por forjar uma ligação que
selará o destino de todos os que vivem sob o céu do nunca.”


