Estamos vivendo uma era de opiniões.
Por mais que eu queira deixar
o blog em um único foco (livros) está cada vez mais difícil não
falar mais e ater-me apenas ao que leio. A questão é: tenho
visto muita gente se arriscar a opinar sobre assuntos polêmicos,
des-graças
às redes sociais. Não há mal algum nisto, desde
que o respeito pela opinião alheia impere.
Qualquer pessoa deveria ter o direito incontestável de ter voz. Essa
voz, às vezes, é pura falácia, outras
vezes, inútil. Ainda assim,
divagar, contestar, analisar, ou mesmo criticar, deveria ser
saudável. E é, se o receptor souber filtrar o que vê por aí, já
que boa parte das frases de efeito não passam de boas porcarias. Um
assunto que tem me despertado curiosidade, mas também muita
irritação são os insistentes “ismos”. É machismo para lá,
feminismo para cá. Os rótulos estão a todo vapor e, se você não
se dignifica a pertencer a um, você defende o outro. Já vi inúmeras
discussões a respeito, nenhuma chegou a um entendimento.
Agressividade, intolerância e “síndrome do dono da verdade” são
palavras-chave para o assunto, infelizmente.
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