De uma infância pobre e sofrida à irresistível ascensão aos salões dos grandes reis; de um começo sem esperanças ao despertar de um poder inigualável e temido, Merlin vem a se tornar o homem mais influente da Idade das Trevas. Confidente supremo do rei Artur e maior conselheiro da corte de Camelot. Misterioso e enigmático. Amado e odiado. Druida, monge e mago. Na Britânia do Século V da Era Cristã – abandonada pela queda do Império Romano à barbárie dos invasores saxões –, Merlin surge para impor um novo tipo de rei a um povo abatido e desesperado, alterando, para sempre, não apenas o destino dos britânicos, mas de toda a humanidade. A saga de um homem determinado a erigir uma civilização de paz e justiça numa terra devastada pelo caos e pela guerra irrompe em uma aventura épica e brutal que equilibra realismo duro com doses amargas de magia.
O Mago de
Camelot é mais um exemplar da literatura nacional digno de aplausos.
Com uma linguagem rebuscada, perfeitamente inserida no contexto da
trama, o autor nos leva ao universo místico da conspiração que
permitiu a chegada de um dos maiores reis que a História Fantástica
já teve. Para ser sincera, nunca fui muito chegada a histórias com
fundo potencialmente verídico, isto é, por mais que não haja
garantia de veracidade na lenda do Rei Artur, ainda assim sua
história é uma das maiores e mais conhecidas. Apesar disso,
histórias baseadas na lenda nunca me instigaram a querer conhecê-la
além dos filmes, mas tenho que admitir que assim que li a sinopse e
a primeira resenha sobre este livro fiquei bastante interessada na
história. Não se engane quanto ao personagem principal da trama
que, neste livro, é ninguém menos que o famoso mago Merlin. O
livro, escrito por Marcelo Hipólito, autor parceiro do blog, é uma publicação do selo
Novos Talentos da Literatura Brasileira, da Novo Século.



